Outro dia vim almoçar em casa e aproveitei para dar uma certa lagarteada na frente da TV antes de voltar para o batente. Acabei vendo um programa de culinária no qual dois surfistas ensinavam a fazer o Gravlax. Essa receita está nos meus melhores livros de receitas e vendo o preparo achei bastante interessante. Resolvi me aventurar.
Pelo que li sobre este prato, trata-se de uma receita típica dos países nórdicos. Os caras enterravam o salmão salgado e temperado para que ele curasse e pudesse ser conservado por mais tempo. Obviamente, não espero ninguém de pá na mão fazendo buracos no jardim para fazer este prato. Esta é uma adaptação muito boa para os tempos modernos.
Ingredientes:
1 manta de salmão médio (sem espinha e com a pele)
1 maço médio de aneto (também conhecido como endro ou dill)
1 xícara (chá) de sal grosso
1/2 xícara (chá) de açúcar mascavo
1/2 xícara (chá) de açúcar refinado
1 colher (sopa) de pimenta-do-reino branca
Modo de fazer:
Lave o peixe, seque-o com toalha de papel e coloque sobre filme plástico (que depois servirá para embrulhá-lo) com a pele virada para baixo.
Faça uma mistura com o sal, os açúcares e a pimenta e cubra o sal com estes ingredientes. Sobre a mistura, coloque o aneto picado.
Faça um embrulho bem apertado com o filme plástico, dando várias voltas sobre o salmão. Com uma faca, faça pequenos rasgos no plástico no lado da pele, por onde deverão escorrer os líquidos do salmão.
Forre uma travessa com bastante papel toalha e coloque o salmão com a pele virada para baixo. Coloque sobre ele um objeto bem pesado e leve à geladeira por pelo menos 24h. Eu fiz numa sexta à noite para o almoço de domingo.
Você precisa trocar o papel toalha de tempos em tempos porque ele fica enxarcado.
Antes de servir, tire o plástico e lave o salmão. Jogue por cima um molho feito com aneto fresco bem picadinho, limão e azeite. Corte fatias bem finas, na diagonal, e sirva acompanhado de um bom pão quentinho.
Uma delícia!


Hoje eu vi um programa de turismo sobre o Marrocos e fiquei morrendo de vontade de comer cuscuz marroquino. Como cordeiro demora mil anos para ficar pronto, optei por fazer com frutos do mar, inspirada na receita de Carla Duclos, do blog 




